Em um vídeo publicado nas redes sociais, o empresário e palestrante americano Chris Beecham chamou a atenção ao compartilhar que não delimita o horário de almoço dos funcionários. A publicação já atingiu pouco mais de 3 milhões de visualizações e levantou debate sobre a reciprocidade entre patrões e funcionários. Leia também Vida & EstiloDia do Sorvete: faça em casa versão fit que leva apenas banana congelada Vida & EstiloBrasil aparece duas vezes em ranking de 40 bairros mais legais do mundo Vida & EstiloDe snacks a produtos de higiene: picles viram tendência entre a geração Z Vida & EstiloRosca de coco fácil e econômica garante sabor de padaria em casa No vídeo, o empresário explica que a decisão surgiu a partir do entendimento de que as horas de almoço não são remuneradas e que a decisão sobre quanto tempo se ausentar para se alimentar deve partir dos funcionários.“Se seus primos estão na cidade e você quer almoçar com eles, vá. Se você teve uma manhã ruim e precisa de uma hora extra para colocar a cabeça no lugar e não voltar infeliz, pegue”, opinou Chris Beecham.Horário de almoço flexívelSegundo Chris, a reciprocidade é o que pode ajudar a manter a relação de trabalho mais saudável, sendo baseada em equilíbrio, desde que as demandas sejam entregues conforme o combinado.Empresário defende que os funcionários regulem o próprio horário de almoçoAlém disso, ele questiona porque as empresas querem monitorar os horário de descanso dos funcionários, sem nunca levar em consideração as horas extras e dedicações além do acordado por parte dos colaboradores.“Você não consegue contar cada minuto que um funcionário tira de você e ignorar completamente quando ele retribui. Essa matemática parece funcionar apenas em uma direção em muitos negócios”, declarou.Postura divide opiniõesNos comentários, internautas se dividiram entre quem apoia a prática — e até mesmo pede uma vaga de emprego na instituição de Chris Beecham — e compartilham práticas similares, até aquele que não acreditam que dar liberdade aos funcionários funcione a longo prazo. “Eu sempre trabalho mais para um chefe que me trata bem”, destacou um internauta.Empresário questiona porque empregadores não consideram o esforço extra dos funcionários“Embora isso funcione muito bem para funcionários que realizam o trabalho de qualquer maneira, a grande maioria das pessoas abusaria desse privilégio”, pontuou outra pessoa.No caso de Chris, caso algum colaborador abuse do benefício, o empresário lida com a pessoa separadamente.Para saber mais, siga o perfil de Vida&Estilo no Instagram.









