Uma mochila arremessada nas proximidades do Supremo Tribunal Federal (STF), na Praça dos Três Poderes, em Brasília, mobilizou a Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e o esquadrão antibombas na noite desta quinta-feira (1º/10). Após a averiguação, a corporação constatou que não havia explosivos na mochila e que o objeto continha apenas itens pessoais.Segundo a PMDF, a ocorrência começou por volta das 19h50, quando policiais que monitoravam a região visualizaram um homem de 28 anos arremessando uma mochila sobre uma parada de ônibus próxima à Corte.Antes disso, o homem havia tentado pular as grades que cercam o STF. A movimentação foi acompanhada pelo sistema de monitoramento do tribunal, que acionou a Polícia Judicial e a PMDF.4 imagensFechar modal.1 de 4KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo2 de 4KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo3 de 4KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo4 de 4KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografoDurante a abordagem, o homem apresentou resistência e, segundo a PMDF, fez declarações de “cunho reivindicatório”.A mochila foi considerada inicialmente um possível artefato explosivo porque havia sido arremessada em uma área próxima ao STF. Por isso, foi acionada a chamada Operação Petardo, procedimento utilizado para averiguar suspeitas de explosivos. Leia também Manoela AlcântaraHomem joga mochila perto do STF e área é isolada por suspeita de bomba Mario SabinoMoraes e Vorcaro: a relação é clara, mas ministros preferem destruir o STF Área foi isoladaA movimentação das forças de segurança levou ao bloqueio de parte da Esplanada dos Ministérios. Por volta das 20h30, as vias foram totalmente interditadas, e o trânsito precisou ser desviado enquanto o material era analisado.O homem permaneceu sob custódia da PMDF. A corporação informou que, após a verificação da dinâmica dos fatos, não foram identificados elementos que caracterizassem uma tentativa de invasão às dependências do STF.Em nota, o Supremo informou que nenhum ministro estava no edifício-sede da Corte no momento da ocorrência. O prédio abriga o gabinete do presidente do STF, Edson Fachin, enquanto os gabinetes dos demais ministros ficam em outro anexo.A ocorrência permanece em processamento para as providências cabíveis.











